Monstros gigantes, bestas colossais.

Por: Ícaro Brandão

Em uma época que as pessoas já não têm mais paciência para filmes de zumbis, cobras cada vez mais inteligentes e mal feitas, ataques de tubarões, vampiros que brilham no sol e monstrinhos genéricos, temos algo que voltou a crescer aos poucos, com alguns destaques aqui e ali, definitivamente almejando ser GIGANTE!

Nada de nostalgia com Jurassic Park e seus dinossauros aqui, mas estamos falando de verdadeiras bestas colossais, ou como os japoneses preferem chamar: os kaiju’s. Um fascínio, já que desde eras passadas povos citam em suas lendas e mitos.

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“Para enfrentar monstros, nós criamos monstros” (Círculo de Fogo)

Bebendo dessa fonte também, os americanos, pegaram emprestada a ideia e nessa última década nos deliciaram com muitas maravilhas, evidenciando seus Jaegers vs Kaiju’ss – algo como ROBÔS GIGANTES CONTRA MONSTROS GIGANTES – em Pacific Rim (Circulo de Fogo, 2013), Godzilla (remake, 2014), Kong: A Ilha da Caveira (remake, 2017), e a continuação mais recente do filme de 2014, Godzilla: King of Monsters.

A cidade como campo de batalha

Focando mais nos dois últimos citados, como pano de fundo para a história, há o drama das relações humanas e o que os cerca (atenção demais dada no primeiro filme do lagartão levando decepção a muitos, e acabou mal construído em Kong e Godzilla II), e o que realmente ansiamos por ver, os monstros destruindo tudo (igualzinho a uma criança destruindo suas construções de lego) e com o bom senso de pisar nas pessoas antes de elas construírem robôs gigantes.

Nesse embalo, a Legendary (produtora dos filmes) deu um baita fanservice colocando alguns dos inimigos clássicos do Godzilla, o rei Ghidorah, Rodan e Monthra, de relance alguns que provavelmente aparecerão nos próximos filmes do intitulado Monster Verse (universo compartilhado, semelhante ao universo cinematográfico da Marvel), e como extra uma das aparições mais esperadas, que foi do nosso querido Kong, para criar aquele clima de tensão que está por vir em Godzilla vs Kong em 2020, já que o Kong representa um desafio muito único, porque “de todos os monstros que ele enfrentou, Kong é provavelmente o mais inteligente, o mais veloz e o mais ágil de todos” (fala do diretor em entrevista).

E ai, curte ver um pé tamanho 237 pisando em carros como se fossem nada?

– What’s a king to a god? –

P.S. De curiosidade, como não tinha uma tradução exata precisa para Kaijus, resolveram chamar de Titãs, que inclusive torna mais épico.

Ícaro Brandão
Estudante de Publicidade e Propaganda
Rede FTC – Salvador Bahia

Um comentário sobre “Monstros gigantes, bestas colossais.

  1. Marcia Silva disse:

    O ser humano desde sempre aspirou por coisas grandiosas, isso vem desde a história bíblica da Torre de Babel. E no mundo contemporâneo temos as mega construções das grandes metrópoles, como os colossais arranha-céus de Dubai. Acredito que é esse fascínio inconsciente que nós faz vibrar por essas criaturas titânicas, e como, convenhamos, temos um instinto um tanto que destrutivo (infelizmente), ver tais criaturas em conflitos tão grandiosos nós atrai e entretêm tanto.

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